Emoção
no Ambiente Corporativo
Quando a emoção fala mais alto
(Publicação do RH
Portal)
Muitos gestores já
enxergam a importância de olhar o impacto emocional que o choque entre as
gerações, o estresse e a depressão têm causado nos ambientes organizacionais.
Durante anos, muitas empresas fecharam os olhos para o lado emocional de seus colaboradores, com a falsa percepção de que somente o lado racional seria responsável por sua conduta e desempenho.
Durante anos, muitas empresas fecharam os olhos para o lado emocional de seus colaboradores, com a falsa percepção de que somente o lado racional seria responsável por sua conduta e desempenho.
Se no século 18 o
filósofo e escritor suíço, Jean Jacques Rousseau já afirmava que “se é a razão
que faz o homem, é o sentimento que o conduz”, tal relação não poderia ser
diferente nos ambientes corporativos.
A emoção está
presente em na tomada de decisão, durante a entrega de um importante relatório
e até mesmo na conversa com aquele cliente difícil. Por isso, muitos gestores
têm percebido a importância de estimular os funcionários a utilizarem seu
Quoeficiente Emocional, para ter pleno controle sobre suas emoções e
utilizando-a a seu favor.
Com isso, torna-se mais fácil manter o equilíbrio, o bom desempenho e o desenvolvimento tanto dos colaboradores quanto da empresa.
Com isso, torna-se mais fácil manter o equilíbrio, o bom desempenho e o desenvolvimento tanto dos colaboradores quanto da empresa.
Para Waleska
Farias, esse padrão comportamental
converge à estrutura das competencias
sociais e é muito significativo quando avaliado pelo valor agregado que
proporciona às organizações.
“Após reuniões
mais acaloradas nas empresas, não é raro ouvir comentários a respeito daquele
profissional que consegue fugir de posturas ostensivas, posicionando-se com
maturidade e oferecendo colocações razoáveis e oportunas. Pensam com isenção,
sem melindres, pois não tomam como pessoais as posições contrárias às suas.”
Para Daniel Goleman, psicólogo e autor do livro “Trabalhando com a Inteligência Emocional (1999)”, avaliar as características emocionais das pessoas têm sido, inclusive, um novo critério de seleção adotado pelas empresas. “Já não importa o quanto somos inteligentes nem a nossa formação ou o grau de especialização, mas também a maneira como lidamos com nós mesmos e com o outros”. Esse tem sido o critério de avaliação utilizado para decidir os perfis de vagas, as demissões e promoções.
Para Daniel Goleman, psicólogo e autor do livro “Trabalhando com a Inteligência Emocional (1999)”, avaliar as características emocionais das pessoas têm sido, inclusive, um novo critério de seleção adotado pelas empresas. “Já não importa o quanto somos inteligentes nem a nossa formação ou o grau de especialização, mas também a maneira como lidamos com nós mesmos e com o outros”. Esse tem sido o critério de avaliação utilizado para decidir os perfis de vagas, as demissões e promoções.
Do conceito à
prática
O conceito, também
chamado de inteligência emocional, ficou em evidência na década de 90, depois
que o livro
de Goleman sobre o tema teve grande repercussão na mídia.
Assim, o QE está relacionado às habilidades de empatia, liderança e otimismo das pessoas e o modo como esses atributos podem proporcionar sucesso em qualquer emprego ou empresa. Ao contrário do QI (Quoeficiente de Inteligência), que não pode ser alterado, o desenvolvimento do QE pode ser aprendido ao longo da carreira e de toda a vida de uma pessoa.
Assim, o QE está relacionado às habilidades de empatia, liderança e otimismo das pessoas e o modo como esses atributos podem proporcionar sucesso em qualquer emprego ou empresa. Ao contrário do QI (Quoeficiente de Inteligência), que não pode ser alterado, o desenvolvimento do QE pode ser aprendido ao longo da carreira e de toda a vida de uma pessoa.
Além dos recorrentes problemas de funcionários sofrendo com estresse, ansiedade e depressão, as empresas também precisam lidar com o choque entre as gerações e os novos funcionários da geração Y, com características de “inquietação”, questionamento e que possui muita necessidade de reconhecimento.
Por isso,
trabalhar o lado emocional dos colaboradores virou tarefa essencial para qualquer
empresa que queira evitar o Turnover e se manter no mercado daqui para frente.
O trabalho, de se desenvolver a Inteligência Emocional dos funcionários não é tarefa fácil, que precisa contar com um psicólogo organizacional que considere os aspectos de todo o grupo e as necessidades individuais dos funcionários, assim como explica Dirce Furtado, psicóloga organizacional nesta área:
O trabalho, de se desenvolver a Inteligência Emocional dos funcionários não é tarefa fácil, que precisa contar com um psicólogo organizacional que considere os aspectos de todo o grupo e as necessidades individuais dos funcionários, assim como explica Dirce Furtado, psicóloga organizacional nesta área:
“O desenvolvimento de QE é
feito no dia a dia, embasado em muitos feedbacks. Em alguns momentos, pode
acontecer de se detectar pessoas com mais dificuldades de relacionamento e,
neste caso, é preciso trabalhar individualmente, mostrando aos poucos como o
seu comportamento pode
influenciar positivamente ou negativamente toda a equipe”, alerta Dirce.
Para ela, o ideal
é que essa mudança ocorra “de cima para baixo”, ou seja, partindo do exemplo
que os gestores oferecem aos funcionários.
“Um gestor só
poderá extrair o melhor do outro a partir do momento que ele conseguir se
resolver internamente, o que nem sempre é fácil. Convencê-los a mudar de
postura pode obrigar a empresa a executar o trabalho começando pela base”, afirma
a psicóloga.
Portal HSM
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